O Movimento Grêmio Vencedor – MGV esteve reunido na quarta-feira (1º) para avaliar o cenário político eleitoral de 2022, ano em que ocorrerão as eleições do Conselho Deliberativo e do Conselho de Administração, em setembro e outubro, respectivamente. Thiago Brunetto, um dos coordenadores do MGV, abriu a plenária apresentando as pautas do encontro e fazendo uma contextualização política atual. Em seguida, os também coordenadores David Stival, Joel Machado e Renato Munhoz fizeram relatos sobre reuniões das quais participaram com outros grupos políticos do clube. Os conselheiros Renato Kliemann Paese, Marcos Chitolina e Carlos Valdir Kochhann também apresentaram suas análises sobre o momento político. O futebol também foi pauta da reunião, visto que o desempenho do time dentro de campo é preocupante. O Grêmio tem obrigação de disputar a Série B como protagonista: só assim estará, no final, entre os quatro primeiros. O conformismo com que se está encarando a condição de coadjuvante é assustador, traço da má administração que resultou na queda. É preciso reforços e mudanças de rota e de discurso. No encontro, o grupo definiu suas próximas ações, pautadas na convicção de que o Grêmio precisa de uma profunda reestruturação e de que o MGV, único movimento político que não participa da atual gestão, tem papel importante nesse processo, uma vez que participou com protagonismo da recondução do clube para um caminho vitorioso, a partir da gestão Fábio Koff.
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